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Agência Virtual

Gerente da Cetril alerta sobre os riscos dos “Gatos”

04/01/2013

As ligações irregulares influenciam diretamente sobre a segurança do sistema elétrico, uma vez que com as fraudes muitos consumidores são prejudicados com a sobrecarga de energia, que interfere na qualidade do fornecimento.

Gatos de energia: riscos e prejuízos – DENUNCIE! O combate ao uso irregular da energia elétrica é uma obrigação de todas as concessionárias do país, determinada na Resolução 414/2010, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A Cetril realiza, constantemente, operações de combate às fraudes com o objetivo de garantir a segurança da população e do sistema elétrico. A cooperativa tem a preocupação de coibir as irregularidades, também conhecidas como “gatos”, e conscientizar a população sobre os riscos e os prejuízos decorrentes dessa prática. Crime estabelecido no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena prevista de um a oito anos de prisão, o “gato” de energia consiste na realização de ligações clandestinas, ou seja, feitas à revelia da distribuidora/permissionária diretamente na rede ou através do fornecimento a outras unidades, e na adulteração do medidor com o objetivo de diminuir ou interromper o consumo registrado pelo equipamento. As ligações irregulares influenciam diretamente sobre a segurança do sistema elétrico, uma vez que com as fraudes muitos consumidores são prejudicados com a sobrecarga de energia, que interfere na qualidade do fornecimento. Os técnicos da Cetril alertam que as pessoas que fazem o “gato” também correm sério risco de morte ao tocar na rede porque estão sujeitas a sofrer choque elétrico. Segundo o gerente administrativo da Cetril, Atair Albertin, outro ponto que deve ser observado é que as ligações clandestinas também podem provocar acidentes envolvendo pessoas que nada têm a ver com a prática. “Para combater essa prática ilegal, a Cetril tem investido em campanhas educativas, ampliação de equipes, operações de inspeção, blindagem de medidores e regularização das ligações clandestinas”, afirmou. Albertin ressaltou que todas as vistorias seguem os procedimentos estabelecidos pela Aneel, com o fim de preservar a segurança do consumidor e do sistema elétrico, e que, no caso de irregularidades identificadas, é assegurado o direito a ampla defesa do consumidor.